(85) 98849-6977

 
Bolsonaro e Haddad fazem apelo contra violência na campanha

Jair Bolsonaro e Fernando Haddad — Foto: Paulo Whitaker/Reuters e Amanda Perobelli / Reuters

Jair Bolsonaro e Fernando Haddad — Foto: Paulo Whitaker/Reuters e Amanda Perobelli / Reuters

 

Os dois candidatos à Presidência da República que vão disputar o 2º turno, Jair Bolsonaro, do PSL, e Fernando Haddad, do PT, falaram nesta quarta-feira (10) sobre agressões na campanha eleitoral. Ambos fizeram apelos contra a violência.

O 1º turno foi realizado no domingo (7), com 13 candidatos. Bolsonaro venceu com 46,03% dos votos válidos. Haddad terminou com 29,28%.Ambos vão disputar a corrida presidencial no 2º turno.

Desde a votação de domingo, no entanto, houve diversos relatos de violência atribuídos a apoiadores de Bolsonaro e Haddad. Uma pessoa foi morta na Bahia.

 

Jair Bolsonaro

 

 
Veja o dia de campanha de Jair Bolsonaro (PSL) nesta quarta-feira (10)
Jornal da Globo
 
 
 
 
 
 
--:--/--:--
 
 
 
Veja o dia de campanha de Jair Bolsonaro (PSL) nesta quarta-feira (10)

Veja o dia de campanha de Jair Bolsonaro (PSL) nesta quarta-feira (10)

Bolsonaro divulgou à noite mensagem de texto em uma rede social à noite. “Dispensamos voto e qualquer aproximação de quem pratica violência contra eleitores que não votam em mim. A este tipo de gente peço que vote nulo ou na oposição por coerência, e que as autoridades tomem as medidas cabíveis, assim como contra caluniadores que tentam nos prejudicar”, escreveu.

O candidato do PSL passou por nova avaliação dos médicos do Hospital Albert Einstein, de São Paulo, que o examinaram em casa, no Rio de Janeiro. Ele ainda não está em condição de fazer campanha nas ruas. Os médicos recomendaram mais uma semana de repouso.

 

Fernando Haddad

 

 
Veja o dia de campanha de Fernando Haddad (PT) nesta quarta-feira (10)
Jornal da Globo
 
 
 
 
 
 
--:--/--:--
 
 
 
Veja o dia de campanha de Fernando Haddad (PT) nesta quarta-feira (10)

Veja o dia de campanha de Fernando Haddad (PT) nesta quarta-feira (10)

Haddad também se mostrou preocupado com a escalada da truculência na campanha. Ele disse que propôs um pacto de não violência. “Estamos conversando com todas as forças que queiram conter a barbárie, que está em escalada no país. Nós temos que botar um fim nessa violência. É demais o que está acontecendo”, afirmou.

"Estamos recebendo mensagem de atos de violência em todo o país, alguns chegam à imprensa, outros não, além da continuidade das mentiras pelo WhatsApp e pelo Facebook. Isso precisa parar. Violência não se responde com violência", escreveu o candidato petista em uma rede social.

 

Morte em Salvador

 

Na terça (9), Bolsonaro comentou o caso em que um simpatizante é suspeito de esfaquear e matar um mestre de capoeira na Bahia após uma discussão sobre política. Ele afirmou que o homem cometeu um excesso e lamentou o episódio.

“Pô, cara! Foi lá pergunta essa invertida... quem tomou a facada fui eu, pô! O cara lá que tem uma camisa minha, comete lá um excesso. O que eu tenho a ver com isso? Eu lamento. Peço ao pessoal que não pratique isso. Eu não tenho controle sobre milhões e milhões de pessoas que me apoiam”, disse o candidato, adversário de Haddad na corrida presidencial.


Ouça FM GUARANY 106,3




Publicidades


Enquete
Nenhuma Enquete no Momento!

As mais pedidas
Nenhum Registro Encontrado No Momento!

 
 
  TV Guarany/Web - Todos os direitos reservados   Live on Host